A nova presidenta da Funai terá como desafio buscar a solução de impasses entre o órgão e representantes de comunidades indígenas, além de lidar com a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) sobre demarcação de terras indígenas e com denúncias de violação de direitos humanos em comunidades indígenas.http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidadania/2012/03/pela-primeira-vez-uma-mulher-vai-comandar-a-funai
Universo Feminino
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terça-feira, 27 de março de 2012
Pela primeira vez, uma mulher vai comandar a Funai
Brasília – O presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Márcio
Meira, deixará o cargo no início de abril. Para substituí-lo, foi
escolhida a demógrafa e professora da Universidade Estadual de Campinas
(Unicamp) Marta do Amaral Azevedo. Ela será a primeira mulher a assumir a
presidência da Funai, após cinco anos da gestão de Meira, a mais longa
de um presidente do órgão.
A nova presidenta da Funai terá como desafio buscar a solução de impasses entre o órgão e representantes de comunidades indígenas, além de lidar com a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) sobre demarcação de terras indígenas e com denúncias de violação de direitos humanos em comunidades indígenas.http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidadania/2012/03/pela-primeira-vez-uma-mulher-vai-comandar-a-funai
A nova presidenta da Funai terá como desafio buscar a solução de impasses entre o órgão e representantes de comunidades indígenas, além de lidar com a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) sobre demarcação de terras indígenas e com denúncias de violação de direitos humanos em comunidades indígenas.http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidadania/2012/03/pela-primeira-vez-uma-mulher-vai-comandar-a-funai
quarta-feira, 22 de junho de 2011
NOVAS MODALIDADES DE FAMÍLIA NA PÓS-MODERNIDADE.
NOVAS MODALIDADES DE FAMÍLIA NA PÓS-MODERNIDADE
RESUMO DA OBRA.
MALUF, Adriana Caldas do Rego Freitas Dabus. Novas Modalidades de Família na Pós – Modernidade. São Paulo: Atlas, 2010.
Resumo:Com a evolução da sociedade e suas conquistas socias, surgem na pós-modernidade novas concepções de instituições familiares. Essa evolução propõe o rompimento dos paradigmas de conceitos tradicionais, desencadeando novos modelos de famílias, como a união monoparental, união estável e união homoafetiva, não violando o intuito de constituir família, com o objetivo de vida comum, ligados pelo amor e pelo afeto. A adaptação das modalidades de famílias pós-moderna é um processo lento, que ainda vem sendo modificadas socialmente e juridicamente, ganhando seu espaço na sociedade, visando estruturar-se, além de preservar sua dignidade, personalidade, garantindo assim, a felicidade, a harmonia e o bem estar social de seus membros.
Palavras Chaves: Direito de família. União homoafetiva. União estável. Instituições familiares. Família pós-moderna.
Mato Grosso deve adiantar proibição das queimadas.
02/06/2011 19h34 - Atualizado em 03/06/2011 12h35
Objetivo da medida é diminuir o número de queimadas.
Estado foi o que mais registrou focos de calor no primeiro semestre.
Ericksen Vital Do G1 MT
junho em Mato Grosso (Foto: Meneguini/Secom-MT)
O secretário estadual de Meio Ambiente, Alexander Maia, adiantou que vai propor na próxima reunião do Comitê de Gestão do Fogo a antencipação do período proibitivo, que tradicionamente vai de 15 julho e a 15 de setembro. O objetivo da medida é coibir furutos incêndios nos próximos meses queserão marcados por seca.
Só neste primeiro semestre, o estado registrou 5.949 focos de calor. Na ponta do ranking nacional, Mato Grosso aparece seguido por São Paulo (3.309) e Bahia (3.010). E a tendência é aumentar as queimadas no próximo semestre de seca.
No ano passado, também houve a antecipação da proibição. Mas, mesmo assim, foram registrados no estado 254.863 focos de calor, o que fez de Mato Grosso o estado brasileiro que mais ateoufogo em 2010.
O que diz a lei
Quem for pego ateando fogo neste período pode receber multa que varia de acordo com a área atingida - de R$ 1 mil por hectare nas áreas abertas a R$ 1,5 mil por hectare nas áreas de floresta. Além disso, o produtor pode ser detido e responder por crime ambiental. Nesses casos, a detenção pode chegar a quatro anos de prisão, conforme estabelecidona Lei Federal nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998.
terça-feira, 21 de junho de 2011
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